Pular para o conteúdo
Zumkai

MCP, A2A e WebMCP: o mapa dos protocolos de agente em 2026

MCP conecta a ferramenta, A2A conecta agentes, WebMCP conecta o site. O que cada um resolve, o estado real de cada um e o que nenhum expressa.

  • mcp
  • a2a
Card com o contraste entre os 97 milhões de downloads mensais do MCP e a ausência de agentes consumindo WebMCP.
Sumário
  1. Três camadas, três problemas
  2. A consolidação que quase ninguém notou
  3. MCP: o que já virou infraestrutura
  4. A2A: identidade antes da conversa
  5. WebMCP: a especificação sem clientes
  6. O que nenhum dos três expressa
  7. Como não se queimar com especificação em movimento
  8. Qual usar, e quando
  9. O que este blog usa
  10. Perguntas frequentes
  11. O que levar

Os SDKs do MCP tiveram 97 milhões de downloads num único mês. O WebMCP tem especificação aceita, implementação no Chrome e nenhum agente principal consumindo.

Os dois são chamados de "protocolo de agente" no mesmo parágrafo, em quase todo material sobre o assunto.

São três protocolos, três camadas diferentes e três estágios de maturidade que não se parecem. Este post mapeia o que cada um resolve, em que pé cada um está, e o que nenhum dos três resolve.

Todos os números aqui foram verificados em 28 de agosto de 2026. Esta é a área que envelhece mais rápido de todo o cluster.

Três camadas, três problemas

A confusão começa porque os três resolvem coisas que soam parecidas e não são.

As três camadas de protocolo e o que cada uma conecta WebMCP conecta a página web ao agente, dentro do navegador. MCP conecta o agente a ferramentas, dados e sistemas. A2A conecta agentes independentes entre si, atravessando fronteiras de confiança. WebMCP a página expõe funções ao agente, dentro do navegador site ↔ agente MCP o agente chama ferramentas, dados e sistemas agente ↔ ferramenta A2A agentes independentes colaboram entre organizações agente ↔ agente Camadas distintas. Um projeto pode usar os três, dois ou nenhum.
Os três protocolos ocupam posições diferentes na pilha, e nenhum substitui o outro.

A frase que organiza tudo cabe numa linha: MCP conecta a ferramenta, A2A conecta o par, WebMCP conecta a página.

Se você quer o passo a passo de conectar um servidor, ele está em MCP na prática. Aqui a pergunta é outra: qual desses protocolos merece atenção agora, e por quê.

A consolidação que quase ninguém notou

Em 9 de dezembro de 2025, a Linux Foundation anunciou a formação da Agentic AI Foundation, com três projetos fundadores doados por três empresas diferentes (Linux Foundation, acesso em 28/08/2026).

ProjetoDoado porO que é
MCPAnthropico protocolo de conexão a ferramentas
gooseBlockarcabouço local de agente
AGENTS.mdOpenAIo arquivo de contexto padrão de repositório

Os três somam uso em cerca de 40 mil projetos de código aberto.

A lista de membros platinum é o dado mais eloquente: AWS, Anthropic, Block, Bloomberg, Cloudflare, Google, Microsoft e OpenAI. Cisco, IBM, Oracle e Salesforce participam em outras faixas. São empresas que disputam quase tudo, sentadas na mesma fundação para cuidar da camada de conexão.

O A2A tinha feito o mesmo caminho antes, doado pelo Google à Linux Foundation em meados de 2025.

O que isso muda na prática vale ser dito com clareza: protocolo sob fundação neutra fica menos sujeito a decisão unilateral de fornecedor. Não elimina o risco de mudança, e reduz o risco de uma empresa fechar a especificação porque mudou de estratégia.

Uma observação lateral que fecha um círculo do cluster. O AGENTS.md, um dos três fundadores, é o mesmo arquivo cujo estudo do ETH Zurich apareceu em os quatro pilares do contexto: escrito por humano rende cerca de 4 pontos; gerado por LLM piora o resultado. O padrão virou fundação antes de a pesquisa sobre como preenchê-lo estar madura.

MCP: o que já virou infraestrutura

Os números do MCP em março de 2026 explicam por que ele deixou de ser assunto de discussão e virou pressuposto.

Crescimento dos downloads mensais dos SDKs do MCP Os SDKs do MCP passaram de cerca de 2 milhões de downloads mensais no lançamento para 97 milhões em março de 2026, um crescimento de 4.750% em 16 meses. downloads mensais dos SDKs no lançamento ~2 mi março de 2026 97 mi 4.750% em 16 meses · mais de 10 mil servidores ativos
Dados de março de 2026, entre implantações públicas e corporativas.

São 97 milhões de downloads mensais dos SDKs em março de 2026, contra cerca de 2 milhões no lançamento, e mais de 10 mil servidores ativos entre implantações públicas e corporativas.

O roteiro de 2026, publicado em março pelo mantenedor principal David Soria Parra, aponta quatro frentes: escala de transporte, comunicação entre agentes, maturação de governança e prontidão corporativa.

A segunda frente merece registro, sem virar profecia. Comunicação entre agentes é o território do A2A, e ver isso no roteiro do MCP significa que dois protocolos da mesma fundação avançam para o mesmo espaço. É um fato de 2026. O desfecho não está dado, e quem escrever que um vai absorver o outro está adivinhando.

A2A: identidade antes da conversa

O A2A resolve um problema que só existe quando há mais de um dono.

Dois agentes dentro do seu sistema, escritos por você, não precisam de protocolo para conversar — precisam de uma chamada de função. O A2A serve quando os agentes são sistemas independentes, com propriedade, ferramentas e fronteiras de confiança próprias.

A versão 1.0 chegou em 2026 como a primeira estável e pronta para produção, com suporte multiprotocolo, multi-inquilino corporativo, fluxos de segurança modernizados e caminho de migração para quem adotou cedo. Hoje o protocolo tem mais de 150 organizações participando, passou de 22 mil estrelas no GitHub e roda em produção dentro do Azure AI Foundry e do Amazon Bedrock AgentCore.

O recurso mais interessante da 1.0 é o menos comentado: os Agent Cards assinados.

Um Agent Card é o cartão de apresentação de um agente — o que ele sabe fazer, como falar com ele, que capacidades expõe. Com assinatura criptográfica, o agente que recebe o cartão consegue verificar que ele foi mesmo emitido pelo dono daquele domínio. Identidade verificável antes de qualquer interação, atravessando fronteira organizacional.

Na prática, o cartão carrega o nome do agente, o endereço em que ele atende, as capacidades que expõe e os requisitos de autenticação. Sem assinatura, qualquer um pode publicar um cartão dizendo ser o agente de faturamento de uma empresa. Com assinatura, o receptor confere contra o domínio antes de mandar qualquer coisa.

Isso responde diretamente ao ASI07 da lista da OWASP, comunicação insegura entre agentes, que descrevi em OWASP Top 10 para agentes. O risco ali é um agente confiar no que outro disse sem verificar. O cartão assinado transforma "confio porque respondeu" em "confio porque a assinatura confere".

WebMCP: a especificação sem clientes

<!-- [UNIQUE INSIGHT] -->

Aqui está a parte que a maioria do material sobre protocolos não conta.

A ideia é boa e a inversão é elegante. Hoje, um agente que precisa usar um site tira print da tela e adivinha onde clicar, ou depende de seletores de CSS que quebram na próxima atualização de layout. Com WebMCP, o site entrega ao agente a lista do que dá para fazer ali e os parâmetros exatos de cada ação. O controle inverte: em vez de o agente interpretar a página, a página declara suas capacidades.

Vale entender a arquitetura, na formulação de Patrick Brosset, da Microsoft: o navegador é o intermediário, e "a página nunca fala MCP diretamente". As ferramentas rodam dentro da sessão autenticada do usuário.

Agora o estado real, em 28 de agosto de 2026:

ItemSituação
Especificaçãoaceita pelo W3C Web Machine Learning Community Group em setembro de 2025
Chromeorigin trial pública, da versão 149 à 156
Mudança de APIde navigator.modelContext para document.modelContext em 21 de julho de 2026
Edgeexperimental atrás de flag desde junho de 2026
Firefox e Safariparticipam da especificação, sem compromisso de implementar
Sites publicandoperto de zero
Agentes consumindonenhum dos principais
Pilotos citadosExpedia, Booking.com e Shopify, sem confirmação de publicação

Claude, ChatGPT, Perplexity e Gemini não consomem ferramentas WebMCP. O Google afirma que o Gemini no Chrome será o primeiro.

WebMCP tem servidor e não tem cliente. A especificação existe, o navegador implementa, e não há ninguém do outro lado da linha.

É um efeito de rede ao contrário, e ele se sustenta sozinho: nenhum site publica porque nenhum agente consome, e nenhum agente consome porque nenhum site publica. Alguém precisa mover primeiro, e o candidato anunciado é o Gemini dentro do Chrome — o que faz sentido, porque é o único ator que controla os dois lados.

Registro também um detalhe que já vi neste cluster com outro nome. A API mudou de navigator para document em julho de 2026, e o Chrome 150 depreca a localização antiga enquanto ainda a serve. Em observabilidade de agente foi o gen_ai.system virando gen_ai.provider.name. Especificação em movimento quebra código, e as duas vezes o sinal foi o mesmo: quem instrumentou cedo pagou uma renomeação.

O que nenhum dos três expressa

Os três transportam chamadas. Nenhum transporta política.

Em 1º de julho de 2026, Richard Kang e Yudho Diponegoro publicaram uma análise das lacunas de governança em protocolos de interoperabilidade de agentes (arXiv 2606.31498, acesso em 28/08/2026), examinando MCP, A2A e ACP.

O terceiro protocolo do estudo, o ACP, aparece pouco em português e vale uma linha. Ele é mais uma tentativa de padronizar comunicação entre agentes, com adesão bem menor que a do A2A. Se você está escolhendo hoje, o A2A é a aposta com mais massa crítica. O ACP entra aqui porque o estudo o avaliou junto, e porque as lacunas apontadas valem para os três.

Cinco lacunas:

LacunaO que não dá para expressar
Autoridade e responsabilizaçãohierarquia de decisão, e quem responde pela ação do agente
Resolução de conflitocomo divergência entre agentes é resolvida ou escalada
Alocação de recursorestrição sobre quanto cada agente pode consumir
Restrição normativadiretriz ética, exigência de conformidade, norma de comportamento
Semântica formal de governançaregra institucional em forma verificável

Os exemplos concretos que os autores citam como não codificáveis são específicos: limiar de votação, hierarquia de permissão, trilha de auditoria e mecanismo de consenso.

A consequência prática é direta e vale para quem está montando sistema com vários agentes agora. O protocolo garante que a mensagem chega e, no caso do A2A, que ela veio de quem diz ter vindo. Ele não garante que o agente tinha o direito de pedir aquilo.

Isso conversa com o argumento de guardrails: trava estrutural vale mais que instrução, e a trava precisa existir em algum lugar. Como o protocolo não a carrega, ela é código seu. Hierarquia de permissão entre agentes, hoje, se constrói fora da camada de protocolo.

Como não se queimar com especificação em movimento

Duas renomeações apareceram neste post. A do WebMCP, de navigator para document, em julho de 2026. E a do OpenTelemetry, que virou gen_ai.provider.name.

O padrão é claro. Especificação nova muda nome. Quem adota cedo paga a conta.

Isso não é motivo para esperar. É motivo para adotar de um jeito específico.

Isole o contato com o protocolo numa camada só. Uma função que fala com o servidor MCP. Um módulo que monta o Agent Card. Um arquivo que registra as ferramentas WebMCP. Quando o nome mudar, você edita um lugar.

Fixe a versão. Protocolo em desenvolvimento não deve ser consumido pela última versão automaticamente. Fixe, leia o changelog, suba quando quiser.

Guarde a data da decisão. Escreva no código por que aquela versão foi escolhida e quando. Daqui a seis meses, alguém vai perguntar, e a resposta economiza uma tarde.

Prefira o protocolo que tem fundação. Não é garantia contra mudança. É garantia de que a mudança passa por processo público, com aviso, em vez de aparecer num release note.

Nada disso é específico de agente. É o mesmo cuidado que se toma com qualquer dependência anterior à versão 1.0, e a única novidade é que muita gente está adotando esses protocolos sem tratá-los como o que são.

Qual usar, e quando

O critério é o problema, e não a novidade.

Seu problemaProtocoloObservação
O agente precisa de dados ou ferramentasMCPmaduro; é o caso mais comum e o de menor risco
Agentes de donos diferentes precisam colaborarA2Avale pelos Agent Cards assinados, mesmo em escala pequena
Agentes internos do seu próprio sistemanenhumchamada de função resolve; protocolo aqui é cerimônia
Seu site quer ser usável por agenteWebMCPa especificação existe e não há quem consuma ainda
O agente precisa obedecer a uma políticanenhumconstrua fora do protocolo

A linha do WebMCP merece uma recomendação explícita sobre tempo. Implementar hoje é apostar num consumidor que ainda não existe. Faz sentido para quem tem equipe sobrando e quer estar pronto quando o Gemini no Chrome ligar a chave, e não faz para quem tem lista de prioridades.

A linha dos agentes internos merece a mesma franqueza. Adotar A2A entre dois componentes do mesmo sistema, com o mesmo dono e o mesmo deploy, adiciona serialização, descoberta e verificação de identidade para resolver o que uma chamada direta já resolvia. O critério de quando delegar a um subagente vale aqui: a fronteira precisa ser real para o protocolo valer.

O que este blog usa

<!-- [PERSONAL EXPERIENCE] -->

Fui conferir antes de escrever esta seção, e a resposta é honestamente pequena.

O projeto não tem arquivo de configuração de MCP. Nenhum servidor declarado, nenhuma integração de protocolo entre o agente e as ferramentas de publicação. As ferramentas que fazem o trabalho — ler e escrever arquivo, rodar o build, gerar as capas, montar o schema — são locais e nativas.

Existe um uso real, e é pontual: uma conexão de automação de navegador, usada quando precisei conferir indexação no Search Console. Isso é MCP fazendo o que ele faz de melhor, dar ao agente uma capacidade que ele não tinha. Fora disso, protocolo nenhum.

O motivo não é ideológico. É que só existe um agente aqui, e as ferramentas moram na mesma máquina que ele. As duas condições que justificam A2A — mais de um dono, fronteira de confiança real — não se aplicam a uma operação de uma pessoa só.

Sobre WebMCP a situação tem graça própria, porque este blog é um site. Em tese, eu poderia expor funções para agentes: buscar posts por tema, listar o que saiu numa data, devolver o texto de um artigo. Em fevereiro isso teria parecido visionário.

Hoje, com a informação da seção anterior, seria trabalho para zero consumidores. Fica anotado como decisão consciente e datada: reavaliar quando algum agente principal passar a consumir.

Se este blog crescesse para uma redação com vários autores e agentes de donos diferentes, a conversa mudaria. Não é o caso, e adotar protocolo antes de existir a fronteira que ele resolve é a forma mais elegante de adicionar complexidade sem comprar nada.

Deixo anotados os três gatilhos que mudariam a decisão, porque decisão sem gatilho vira dogma:

  • Uma ferramenta útil só existir como servidor MCP. Aí o protocolo entra por necessidade, e não por arquitetura.
  • Outra pessoa passar a operar um agente sobre o mesmo repositório. Duas fronteiras de confiança justificam identidade verificável.
  • Algum agente principal começar a consumir WebMCP. Aí expor funções do site deixa de ser aposta.

Nenhum dos três aconteceu até 28 de agosto de 2026. Quando algum acontecer, volto aqui e atualizo esta seção com a data.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre MCP e A2A?

MCP conecta um agente a ferramentas, dados e sistemas: é a camada de "o que eu consigo chamar". A2A conecta agentes independentes entre si, atravessando fronteiras de confiança e organizações: é a camada de "com quem eu converso". Eles não competem; um projeto pode usar os dois. Na prática, MCP é necessário em quase todo agente útil, e A2A só passa a valer quando existe mais de um dono envolvido.

O que é WebMCP?

É uma interface de navegador que permite a uma página expor funções tipadas para agentes de IA, em vez de o agente tirar print e adivinhar onde clicar. O site declara o que sabe fazer e quais parâmetros cada ação exige, e o navegador atua como intermediário. A especificação foi aceita pelo W3C em setembro de 2025 e o Chrome roda um teste público de origem desde a versão 149.

Preciso dos três?

Quase certamente não. A maioria dos projetos precisa de MCP e mais nada. A2A entra quando agentes de organizações diferentes colaboram. WebMCP faz sentido para quem publica um site que quer ser operado por agentes, e hoje isso é uma aposta, porque nenhum agente principal consome essas ferramentas ainda.

MCP ainda é da Anthropic?

Não. A Anthropic doou o MCP à Agentic AI Foundation, criada pela Linux Foundation em 9 de dezembro de 2025, junto com o goose, da Block, e o AGENTS.md, da OpenAI. A fundação tem oito membros platinum, incluindo AWS, Google, Microsoft e OpenAI. Na prática, isso reduz o risco de uma única empresa mudar a especificação de forma unilateral.

E se eu já adotei uma versão antiga?

Leia o changelog antes de subir de versão, e migre em um lugar só. Os dois casos citados neste post tiveram caminho de saída: o A2A publicou caminho de migração junto com a versão 1.0, e o Chrome depreca a localização antiga da API do WebMCP enquanto ainda a serve durante o teste de origem. Quem isolou o contato com o protocolo numa camada única paga a migração em horas. Quem espalhou chamadas pelo código paga em dias.

Vale implementar WebMCP no meu site agora?

Para a maioria, ainda não. A especificação está em teste de origem no Chrome, mudou de local de API em julho de 2026, e nenhum dos agentes principais consome as ferramentas publicadas. Implementar hoje significa construir para um consumidor que não existe. Faz sentido se você tem folga de equipe e quer estar pronto quando o Gemini no Chrome começar a consumir, que é o primeiro movimento anunciado.

O que levar

  • MCP conecta a ferramenta, A2A conecta o par, WebMCP conecta a página. Camadas diferentes, não concorrentes.
  • Os três estão sob a Agentic AI Foundation desde dezembro de 2025, com oito membros platinum que competem entre si.
  • MCP virou infraestrutura: 97 milhões de downloads mensais e mais de 10 mil servidores.
  • A2A vale pela identidade verificável — Agent Cards assinados — e só quando há mais de um dono.
  • WebMCP tem servidor e não tem cliente. Boa ideia, sem consumidor.
  • Nenhum dos três expressa governança. Permissão, auditoria e limite de recurso são código seu.

O próximo post do cluster pega o fio que o A2A deixou aberto: identidade de agente, o privilégio que ninguém revoga. O mapa das cinco camadas continua no pilar sobre harness engineering.

Leia também